Categoria: Brasil

Paraty para vegetarianos e veganos

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Estamos de volta a um lugar que gostamos muito: Paraty, cidade litorânea a 2 horas de Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro. A cidade possui o Centro Histórico com casas coloniais e ruas de pedra sem circulação de carros, um dos maiores destinos turísticos do país. Essas casas históricas abrigam hoje pousadas, restaurantes, ateliês e lojas de cachaças de produção local e artesanal. Mas será que há restaurantes veganos em Paraty?

 

artesanato paraty

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Nosso roteiro vegano em Curitiba numa viagem em 2012

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A família paterna da Dani é dessa cidade. Talvez, sua veia ecológica e o sorriso sempre estampado no rosto venham daí. O Tiago ficou curioso com tudo isso e essa seria uma ótima oportunidade para descobrir o motivo dela comer tanto pinhão. Então, fomos buscar essas origens e escolhemos o nosso destino: a capital do Paraná, Curitiba, a “Cidade Sorriso”, “Capital Ecológica do Brasil” e “Capital das Araucárias”.
Animais e Araucárias no Praça Garibaldi, Setor Histórico

Animais e Araucárias no Praça Garibaldi, Setor Histórico

Nos hospedamos no centro, próximo ao setor histórico, e assim tivemos liberdade de visitar os locais a pé, caminhando pelas ruas, se misturando a cidade, descobrindo e adentrando os prédios. Passamos na Catedral Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, centros culturais com exposições de artistas locais, Rua das Flores, Casa Memória Curitiba, Centro Islâmico e o lindo Paço da Liberdade.

Paço da Liberdade no Setor Histórico de Curitiba

 

 

 

Uma das vantagens de Curitiba para quem deseja conhecer os pontos turísticos da cidade com segurança, comodidade e controle de custo, é o ônibus turístico. Porém, diferente do de Buenos Aires , aos invés de ter limite de dias e reembarque ilimitado, ele pode ser usado em qualquer dia com limite de quatro reembarques. Achamos uma desvantagem, pois você acaba tendo que planejar muito bem onde parar, e para conhecer tudo, acaba tendo que comprar outro passaporte ou chamar táxi, pois uma parada turística é bem longe da outra. A vantagem é que, apesar do ponto inicial ser na Praça Tiradentes, os tickets são comprados no ônibus, em qualquer parada. Uma característica infeliz que eles tem em comum é o atraso, então se preparem para esperar de 20 a 40 minutos, ou mais.
Uma dica é aproveitar os pontos mais famosos no primeiro dia, como o Jardim Botânico ou o Museu Oscar Niemeyer, e ao dar a volta no ônibus, que é circular, analisar os demais pontos para escolher quais valem a pena parar. A viagem apesar de ser um pouco longa, é perfeita para contemplar as variações dos bairros da cidade, sempre bem arborizados e limpos. Entramos no ônibus de tarde e  só desembarcamos de noite. Aproveitamos todos os aromas e a mudança do clima, da tarde encalorada para a noite gelada.

 

Museu Oscar Niemeyer

Museu Oscar Niemeyer

E já no primeiro dia não perdemos tempo e almoçamos no Balarama, que é o único restaurante vegano da cidade. É bem localizado no centro histórico, de comida indiana simples, bonito e com preço justo. O buffet é livre, incluindo o suco e as sobremesas. Super indicado! Eles foram muito atenciosos e simpáticos conosco. Aliás, tod@s da cidade foram, quebrando o falso estereótipo sulino de “povo fechado”. Além disso, o lugar tem adesivos sobre veganismo e outros cartazes de diversos movimentos sociais. É muito legal ver um local com tanta informação relacionada a libertação animal humana e não-humana.

 

Delicioso e diversificado prato vegan no Balarama
Delicioso e diversificado prato vegan no Balarama

 

Depois de aproveitar a viagem no ônibus turístico e já traçarmos qual seriam os nossos destinos no dia seguinte, só restou uma opção: comer de novo! A noite, tivemos um jantar muito agradável na cantina italiana Originale, no bairro Cabral. No cardápio, há um lugar reservado para “Seleção Vegan”, com vários pratos. Pedimos um nhoque de espinafre com molho de pimentão, e um vinho Casillero del Diablo para acompanhar. O prato estava delicioso, o lugar é aconchegante, bem decorado e com ambiente tranquilo.

 

Nhoque vegan de espinafre e molho de pimentão na cantina italiana Originale
Nhoque vegan de espinafre e molho de pimentão na cantina italiana Originale

 

No sábado, a cidade estava se preparando para a Festa da Luz e já haviam barraquinhas montadas próximo à Igreja do Rosário dos Pretos. Lá encontramos uma barraca especial, com materiais das Ongs de proteção animal Beco da Esperança e a Associação do Amigo Animal. Esta última, reparamos no material informativo o cuidado especial com os animais, em usar termos respeitosos como “GUARDA Responsável” e “EVENTO de adoção”, além dos eventos beneficentes serem vegetarianos.

 

ong proteção animal beco da esperança e Associação Amigo Animal na festa da luz
Blusas com mensagens a venda na barra das Ongs Beco da Esperança e Associação Amigo Animal

 

Morgados de subir e descer ladeiras e rodopiar praças, e na dúvida se os restaurantes estariam abertos devido ao feriado da padroeira, decidimos ir a um restaurante ali no centro histórico, onde já havíamos visto aberto, e com uma linda fachada, o Oriente Árabe. É sabido que a cozinha árabe possui muitos pratos tradicionais sem nada de origem animal e pudemos fazer um almoço bem variado e com ótima qualidade oferecida pelo restaurante. Babaganuch, homus, tabule, falafel e arroz com lentilha e cebola caramelada!

 

Almoço vegan no Oriente Árabe
Almoço vegan no Oriente Árabe

Quando nos afastamos no centro para visitar os bosques, parques e palácios, fica mais complicado encontrar restaurantes, portanto vale se manter com sucos nutritivos aproveitando o calor, como o maravilhoso suco natural de amora na entrada do Bosque Alemão e o caldo de cana com limão na Ópera de Arame. Aliás, o Bosque do Alemão é um lugar lindo que vale a pena visitar, e tem uma trilha divertida do João e Maria, da história dos irmãos Grimm.

Suco natural de amora no Bosque do Alemão

Suco natural de amora no Bosque do Alemão

E como nem tudo são flores, mesmo na florida e cheirosa Curitiba, apesar dos empreendimentos da cidade já se atentarem para o público vegetariano, com opções de hamburgueres, salsichas e recheios vegetais, que encontramos no Zapata, Vininha, Dom Corleone e Au Au Lanches,  pecam ao esquecer do veganismo, não dando atenção a detalhes importantes como o leite na massa. Detalhes esses que promovem um abismo entre eles e esse público fiel, causando frustração. Por isso, vale sempre mandar e-mail ou mensagens pelo Facebook para esses locais, motivando a se atentarem para o veganismo.
Como última dica e de ouro, reserve o passeio ao Jardim Botânico para o momento do pôr do sol. Não havíamos planejado isso e foi uma grata surpresa. O local rende ótimas fotos com vários tons de cores! Realmente é um visual único os tons alaranjados e dourados nos vitrais no Palácio de Cristal, o clima ameno nos jardins impecáveis, e a visão ampla da cidade ao longe e o sol de pondo. Até a próxima!

Jardim Botânico
Jardim Botânico

Gostaríamos de agradecer as indicações atenciosas do pessoal do grupo “Vegetarianos e Veganos Curitiba” no Facebook, e do grupo Onca.

Mas, pera, pera, pera, pera! Em Setembro de 2013 nós voltamos a Curitiba e encontramos mais dicas maravilhosas, como esse hamburguer vegano aqui embaixo! hehe Não deixe de conferir mais dicas para um roteiro vegano em Curitiba AQUI.



Restaurantes:

Balarama: www.balarama.com.br/

Originale: www.originale.com.br/

Oriente Árabe: www.orientearabe.com.br

Direitos Animais em Curitiba

Onca: https://www.onca.net.br

Associação Amigo Animal: https://www.amigoanimal.org.br

Beco da Esperança: https://www.becodaesperanca.org/

Curiosidade

O Hotel Guaíra possui restaurante vegetariano. Não chegamos a conhecê-lo. https://www.hotelguaira.com.br/

Dicas extras 

Não tivemos temos de ir em todos. Demos preferência ao Balarama, que é o único 100% vegano da cidade. Mas segue abaixo lista de uns que possuem opções vegan também:

Pin-chan – Buffet a quilo com opções veganas. – Rua Floriano Essenfelder, 475 – 32534969 / ABERTO De Segunda a Sábado.

Formosa – Buffet livre ovo-lacto de comida taiwanesa/chinesa com opções veganas.  Suco da vida incluso. – Rua Trajano Reis, 170 SÃO FRANCISCO 30396818 / ABERTO De Terça a Domingo.

Clorofila – Infelizmente, serve peixe. Mas tem opções vegans. – R. Saldanha Marinho, 1110, Centro.

Mahatma Gourmet –  São 10 pratos quentes diferentes todos os dias. Normalmente 7 deles são veganos. Não usam ovos, cebola e alho. – Rua Professor Macedo Filho, 199, Bom Retiro.

Sorella –  Vegetariano com muitas opções veganas. Ficam em frente ao Museu Oscar Niemeyer! – https://www.sorellacentrocivico.com.br/

Veg Integral – Congelados Veganos – Várias delícias para entrega. https://vegfoodintegral.wordpress.com

Vegetariando pela cidade imperial: Petrópolis

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Mais um feriadão nesse nosso Brasil, e nada melhor que aproveitá-lo com uma viagem curta para uma cidade pequena. Resolvemos voltar a um lugar que gostamos muito: Petrópolis, a cidade imperial na região serrana do estado do Rio de Janeiro. Aliás, esse artigo aproveita para homenagear essa cidade que em junho celebra as tradições de seus colonos alemães, através da Bauernfest. Admiramos e respeitamos esse povo que deixou a cidade imensamente charmosa com sua arquitetura e paisagismo, mas preferimos evitar as barracas de salsichões esfumaçando, os embriagados com a cerveja a metro e a cidade lotada, e fomos fora da data da festa do colono para aproveitarmos a cidade mais tranquila e mais nossa. Aliás, fomos em clima de Dia dos Namorados.

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Vem que tem em Belém: do cupuaçu ao jambu.

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Belém do Pará, 09 de março de 2012.

Olá, amig@s viajantes! Vamos dar algumas dicas para vocês sobre o nosso último destino: Pai d´égua, cupuaçu, chuvas… O que isso tem a ver com viagem? Tudo, quando o assunto é Belém! Estávamos planejando essa viagem há algum tempo, já que o Tiago está trabalhando em um projeto por lá desde Junho deste ano. Ele já conhecia muitos lugares e isso facilitou para aproveitarmos o pouco tempo que tínhamos. A Daniele então, pegou a mochila e o avião, e partiu sozinha para encontrar seu amor por lá e os dois terem a chance de experimentar a cidade juntos.

São quase 4 horas de vôo, e ao chegar em Belém é lindo ver do avião aquela paisagem de floresta tropical densa, com rios serpenteando por elas. A chegada já foi em horário de chuva, claro. Em Belém chove a qualquer momento todos os dias, uma chuvinha quente e gostosa.
Já era hora do almoço e quando nos encontramos não pensamos duas vezes: fomos direto para o Mãe Natureza. Talvez seja o restaurante vegano mais conhecido e frequentado de Belém. O buffet não é tão diversificado, mas a comida é muito gostosa, além de opções de sucos com combinações diferentes que adoramos, e claro, muitos pratos típicos em versões veganas! Comemos arroz a La Oriente, quiche vegano, panqueca Rica, escondidinho de abóbora (espetacular!) e feijão com jambú, acompanhado com suco de couve, salsa, cenoura, abacaxi e maçã. Isso mesmo! Essa mistureba é maravilhosa para quem gosta de estar sempre sentindo novos sabores. De sobremesa, um maravilhoso mousse de cacau.

Depois de poucas horas descansando, já era a tardinha e saímos para caminhar pelo centro, onde paramos no Sala da Fruta (verificar se ainda está aberto) e cada um tomou um gordo shake de guaraná com amendoím e açaí e outro com bacuri, uma fruta nativa não tão difundida no Sudeste quanto o açaí. Esse shake é batido com leite, então é preciso pedir para eles usarem o leite de soja. Se quiser algo mais leve, peça com água, pois ele vale por uma refeição.  Lá eles também tem salgados e pizza veganos. Infelizmente, a pizza estava em falta. Mas tudo bem, pois estávamos mesmo era com vontade de comer o tão esperado hambúrguer do Veg Casa!

shake de açaí bacuri leite de soja do sala da fruta belém

O Veg Casa começou com vendas em frente a eventos e tem um serviço de encomendas na internet. Está crescendo e recentemente já conta também com um local físico, que só tende a melhorar e virar um point vegano, que já atrai uma clientela de todos os tipos! Vale a pena parar e bater um papo com o Frank, idealizador e culinarista do projeto. Ele faz um hamburguer de soja e cenoura e o de berinjela, com pão integral feito na hora, que é uma delícia! Nunca havíamos experimentado um sanduíche em que ao morder, você sente primeiro o aroma convidativo de um pão fresco e nutritivo. Também provamos a esfirra de tomate seco e jambu, uma verdura muito usada na culinária local e que nos deixa com uma engraçada dormência e ardência na boca! E claro, acompanhado de suco de cupuaçu, o elemento mor em Belém!

hamburguer vegano de soja cenoura berinjela e esfirra de jambu e tomate seco

No dia seguinte, dispensamos o café da manhã do hotel e fomos até uma tapioqueria. Lá provamos uma maneira diferente de fazer a tapioca, que não costumamos encontrar no Rio de Janeiro. É a tapioca molhada no leite de coco. Muito gostosa! Depois, passamos em uma farmácia Big Ben, que é uma rede que tem aos montes por lá, e onde se encontra picolés Gam. Os de açaí e açaí com tapioca, são veganos! Uma pena que os demais sabores, todos com frutas típicas, tenham soro de leite. Esse de açaí parece polpa congelada e não nos apeteceu muito, mas valeu experimentar.

tapioca molhada no leite de coco

De lá pegamos um taxi até a Estação das Docas, às margens do rio Guamá. É uma espaço revitalizado, com várias lojas de artesanato, barzinhos e restaurantes, lembrando uma Puerto Madero. Nas barracas de artesanato, encontramos a Jarina, chamada de Marfim Vegetal! É a amêndoa de uma palmeira, que quando seca fica bem dura e muito parecida com o marfim. Dela são feitos botões, bijuterias e estátuas. Uma ótimo substitutivo para a matança desnecessária de animais explorados pela indústria do marfim.

Almoçamos no Bio Mercato, restaurante orgânico, mas não vegano. O prato 100% vegetal do cardápio era a quinoa com legumes. Tomamos 3 sucos diferentes: caucau, amora e tapereba, este último, mais conhecido por nós, como cajá. Recentemente descobrimos que lá abriu uma opção de Buffet. O feijão deles é um dos poucos na cidade que não tem carne. A dona do estabelecimento é super atenciosa e se você informar que é vegan@, ela customizada alguns pratos na hora.

bio mercato belém estação das docas prato vegetariano quino com legumes

Ao sair das docas, íamos para o famoso Mercado Ver-o-peso, mas decidimos passar no Sesc Boulevard antes, onde ocorre diversos shows com artistas locais, além de ter algumas exposições artísticas. Lá estava tendo o Salão Internacional do Humor da Amazônia e havia uma parede para livre manifestação, com canetas penduradas. Claro, deixamos nosso recado sobre Direitos Animais  e veganismo! Saímos então do Sesc e chegamos ao Ver-o-peso, onde compramos um cupuaçu para a mãe da Daniele e voltamos para as Docas para curtir o por do sol, tomando uma caipirinha de… cupuaçu! E o dia acabou na casa da Renata, amiga de infância da Dani, tomando açaí com farinha d’água, bem ao modo paraense.

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No último dia estávamos dispostos a bater perna! Visitamos a maravilhosa Basílica de Nossa Senhora de Nazaré que é muito conhecida pelo Círio e possui uma arquitetura fabulosa. Aproveitamos para ir à praça da república e descobrir mais alguns lugares e prédios que apesar de históricos ficam bem escondidos. Todos os domingos a praça recebe uma feira com muitos artesanatos regionais e eventualmente uma feirinha de adoção. Além disso, para quem busca mais informação sobre veganismo, irá encontrar @s noss@s amig@s super atencios@s do VEM (Vegetarianos em Movimento), grupo de Direitos Animais de Belém. Não é difícil encontrá-l@s, pois ficam numa tenda com diversos cartazes sobre veganismo.

Na praça também está localizado o Teatro da Paz, um dos mais bonitos do Brasil e muito conhecido pelo festival de ópera que acontece todos os anos.  A visita guiada custa R$4,00, mas acabamos perdendo o horário. Então, se você quer conhecer mais da história do Teatro, que têm mais de 130 anos, chegue lá às 11:40h e espere a visita de 12h, pois eles são muito pontuais. E então, chegamos ao lugar que mais gostamos da viagem, e que o Tiago ainda não conhecia, o Forte do Castelo ou Forte do Presépio. O lugar é muito bonito, calmo e tem uma vista maravilhosa da cidade!
Dali, aproveitamos que estávamos perto das Docas (em Belém é tudo pertinho) e voltamos para o Marujo’s Bar, onde havíamos parado na tarde anterior e vimos no cardápio que eles tinham um prato vegano composto por refogado de proteína de soja, arroz, batata palha e farofa de banana (peça feita no óleo, e não na manteiga). Sentamos de frente para o rio, fizemos o pedido e nos deliciamos. Depois dali, só restava um espresso, o check in e pensar no próximo destino.

Marujo's bar estação das docas belém prato vegetariano

* Todos os alimentos apresentados são veganos.


EXTRA

Conheça também o Govinda, restaurante indiano lactovegetariano que ganhou o prêmio de melhor PF (prato feito) do Brasil em 2014, feito a base da típica maniçoba.
Endereço: Travessa Padre Prudêncio, 166 – Bairro Campina

Serviço:

Mãe Natureza: Rua Senador Manoel Barata, 889 – próximo à Avenida Presidente Vargas. Aprox R$30,00 por pessoa.

Sala da Fruta: Rua dos Pariquis, 1707 – entre a Avenida Serzedelo Corrêa e a Rua dos Pariquis, Galeria Pariquis, loja 1. Aprox R$15,00 por pessoa.

Veg Casa: https://vegcasa.blogspot.com.br/ Aprox R$ 5,00 por pessoa.

Bio Mercato: Estação das Docas, galpão 2. Aprox R$45,00 por pessoa.

Marujo’s Bar: Estação das Docas, Terminal Fluvial Turístico, loja 04. Aprox 30,00 por pessoa.

Grupo VEM – Vegetarianos em Movimento: https://vegetarianosemmovimento.blogspot.com.br/

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